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terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

O meio...



E cada um querendo criar sua própria estrela, que por sua vez, cria seu próprio céu, céu que faz sua própria cor, cor que decide o que será do arco-iris.
Arco-iris invisível como o ar...
Arco-iris azul como o mar...
Mar que mergulhava pra iludir a dor da ilusão, ilusão de viver contra o tempo...

O que seria do tempo sem nossos velhos relógios de areia que a cada grão destrói mais um sonho e cria mais um sonhador...
"O que será dos sonhadores sem seus sonhos?".

(Bruno Carvalho, 12 de Janeiro de 2006)

O Futuro.

O Sol com as folhas produzem a cópia perfeita da sombra de um céu que é o vermelho da nossa história e o azul do mar, onde toda a lucidez vira a certeza de que a loucura é a melhor saída.
Saída de um ilha sem rumo, em busca de um planeta, em busca de um rei pra colonizar as estrelas, enquanto as estrelas discutem com Deus de quem é a luz e nós discutimos com nós mesmos se Deus não é apenas mais uma estrela.

(Bruno Carvalho, Salvador 11 de Janeiro de 2006)